CLT OU PJ: O que vale a pena para sua carreira?

CLT OU PJ: O que  vale a pena para sua carreira? 

No mundo do trabalho, muitas vezes nos deparamos com a escolha entre se tornar um funcionário CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) ou atuar como PJ (Pessoa Jurídica). Ambas as modalidades possuem suas
particularidades, vantagens e desvantagens, e a decisão sobre qual delas é mais adequada para sua carreira
pode ser crucial. Neste artigo, vamos explorar as diferenças entre CLT e PJ, além de analisar as vantagens e desvantagens de cada uma dessas formas de trabalho.

CLT: Consolidação das Leis do Trabalho
A CLT é o regime de contratação mais comum no Brasil. Nele, o profissional é contratado como funcionário de uma empresa, com carteira assinada e benefícios trabalhistas assegurados pela legislação vigente. Alguns pontos-chave da CLT incluem:
Vantagens da CLT:

Estabilidade: Os trabalhadores CLT têm maior estabilidade no emprego, uma vez que são protegidos por leis trabalhistas que regulam demissões e garantem o pagamento de rescisões.

Benefícios: Os funcionários CLT têm direito a umasérie de benefícios, como férias remuneradas, 13º salário, FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), seguro-desemprego, entre outros.

Segurança Social: Os trabalhadores CLT contribuem para a previdência social, o que garante benefícios como aposentadoria e auxílio-doença.

Desvantagens da CLT:

Menor Flexibilidade: Os horários e condições de
trabalho podem ser menos flexíveis em comparação com o trabalho como PJ.

Impostos: Os funcionários CLT têm descontos de impostos diretamente em seus salários, o que pode reduzir a renda líquida disponível.

Burocracia: Tanto para o empregador quanto para o empregado, lidar com a burocracia trabalhista pode ser complexo e demorado.

PJ: Pessoa Jurídica
No regime de trabalho como PJ (no caso MEI – Microempreendedor Individual), o profissional atua como uma empresa,emitindo notas fiscais pelos seus serviços prestados. Ele tem mais autonomia e flexibilidade, mas também mais responsabilidades.

Alguns aspectos importantes do trabalho como PJ são:
Vantagens do PJ:

Flexibilidade: Os profissionais PJ têm mais liberdade para organizar sua agenda e escolher os projetos nos quais desejam trabalhar.

Possibilidade de Ganho Maior: Em muitos casos, osprofissionais PJ têm a oportunidade de negociar valores mais altos por seus serviços do que aqueles oferecidos a funcionários CLT.

Deduções Fiscais: Como PJ, é possível deduzir despesas relacionadas ao trabalho, como equipamentos, transporte e até parte do aluguel, reduzindo a carga tributária.

Desvantagens do PJ:
Instabilidade Financeira: Os profissionais PJ podemenfrentar períodos de instabilidade financeira, com flutuações na demanda de trabalho e na renda.
Ausência de Benefícios Trabalhistas: Ao contrário dos trabalhadores CLT, os profissionais PJ não têm direito a benefícios trabalhistas como férias remuneradas, 13º salário ou FGTS.

Maior Responsabilidade: Como pessoa jurídica, o profissional PJ é responsável por questões administrativas, fiscais e contábeis, o que pode demandar tempo e recursos.

Conclusão
A escolha entre trabalhar como CLT ou PJ depende das  preferências individuais, da natureza do trabalho e das circunstâncias pessoais de cada profissional. Enquanto a CLT oferece estabilidade, benefícios e segurança, o trabalho como PJ proporciona flexibilidade, autonomia e potencial de ganho maior. É importante analisar cuidadosamente as vantagens e desvantagens de cada modalidade antes de tomar uma decisão que impactará sua carreira e sua vida profissional.

Sobre Gestão

1.1 GESTÃO FINANCEIRA:

A gestão financeira é o startup dentro de uma empresa, pois ela é responsável por fornecer recursos para que a operação possa existir, de forma eficiente. Independente do tamanho da empresa é necessário investir em uma boa gestão financeira para que o capital seja administrado corretamente, fazendo com que a empresa cresça e se fortaleça no mercado, aposte em novos investimentos e expanda suas operações.

Para que você possa entender melhor sobre o assunto, listamos 7 vantagens de uma boa gestão:

• Diminuição de erros: Você terá todas as informações de fácil acesso, e devidamente registradas;
• Evita e minimiza prejuízos: Se realizada de forma efetiva vai diminuir as chances de prejuízos, ou seja, o mau uso de recursos, a inadimplência e as falhas humanas;
• Simplificação: As informações ficam registradas para quando for necessário tomar decisões baseadas em números;
• Menos gastos: Você vai evitar gastos desnecessários, além de ter uma visão ampla de todas as saídas, o que pode ser cortado, economizado, otimizado, etc.;
• Melhores decisões e vantagens de crescimento: Com base nas informações já registradas você tem base para tomar decisões e assim crescer no mercado;
• Fugir da crise: Diante das crises que existem em nosso País, com a gestão financeira aplicada em seu negócio, você terá visão futura das finanças da sua empresa e com antecedência agir para fugir do vermelho;
• Identificação dos Problemas: Você consegue apontar os possíveis problemas, para assim poder corrigir e agir de forma mais efetiva.

Essa gestão se mostra muito importante para o sucesso de todo e qualquer negócio! 📊

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1.2. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

Em uma empresa, o Planejamento estratégico define-se como todo o processo de criação e execução de uma estratégia para que esta alcance seus objetivos.

Como fazer o Planejamento estratégico? É bem simples, vamos separar por etapas?

– Etapa 1: a empresa deve determinar seu posicionamento, identificando pontos a serem melhorados;
– Etapa 2: definir suas metas e objetivos, assim como planejar as ações a serem colocadas em prática;
– Etapa 3: informar a equipe sobre as ações pensadas e alinhar as ideias, para assim atingir o objetivo global;
– Etapa 4: e acompanhar o desenvolvimento das metas traçadas pela equipe.

Vale salientar que o Planejamento Estratégico é uma ferramenta que auxilia na tomada de decisão, e que pode ser desenvolvido em qualquer empresa, independentemente de seu porte ou atuação.

O planejamento é à base do crescimento! Planeje-se, crie, faça acontecer! A tendência de toda a sua persistência é sempre das certo no final!
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1.3. CONTROLES FINANCEIROS

Dentre as rotinas da gestão financeira, há o controle financeiro, que deve ser projetado num horizonte que permita o gerenciamento das verbas disponíveis, a fim de garantir aos gestores a capacidade de mitigar problemas rapidamente, avaliar o posicionamento do negócio de uma forma ampla e tomar decisões com segurança.

O controle financeiro é crucial para garantir que organizações mantenham-se competitivas a médio e longo prazo. Este dá ao gestor uma visão abrangente sobre todos os fluxos de recursos monetários existentes, possibilitando enxergar se há algum desperdício de verbas ou uma área gastando muito, para que a tomada de decisão seja rápida e assertiva.

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1.4. GESTÃO EMPRESARIAL:

Problemas na Gestão financeira empresarial!?

Existem muitas formas que ajustar os desequilíbrios financeiros e trazer de volta a saúde desse componente tão importante. Para isto separamos 3 dicas que podem transformar a situação financeira de sua empresa!

1. Evite a confusão patrimonial.
Isto nada mais é do que separar as contas pessoais e as contas da empresa. É importante entender que para ter indicadores precisos sobre seu negócio, não se deve envolver o patrimônio pessoal com o empresarial. Além de ser prejudicial, pode causar a desconsideração da personalidade jurídica, ou seja, perda do CNPJ.

2. Realize um planejamento com objetivos de curto e longo prazo.
Todo bom negócio se apoia em metas e objetivos, pois é a partir deles que se pode definir o crescimento, a evolução da qualidade e a capacidade de cumprimento de demandas do seu empreendimento. O planejamento financeiro é um pertinente aliado e uma ótima ferramenta neste sentido.

3. Tenha uma assessoria contábil de qualidade.
Ter uma assessoria contábil eficiente faz com que o seu planejamento dê certo. O alinhamento do seu plano financeiro com as responsabilidades contábeis evita pagamentos indesejados de taxas, multas e juros e proporciona ao seu negócio um excelente padrão de qualidade e saúde financeira.

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1.5. GESTÃO DE PESSOAS:

É possível mensurar o valor de um colaborador?

É muito difícil estimar o valor de um colaborador, uma vez que o salário não representa o nível de conhecimento, é apenas uma despesa de remuneração pelo serviço e pela função desempenhada.

O real valor de uma pessoa para a empresa é seu capital intelectual, um recurso intangível e valioso que uma vez adquirido é exclusivamente do detentor.
O capital intelectual é adquirido com o tempo, é a junção de conhecimentos, habilidades e experiências adquiridas, aspectos que ajudam na melhor tomada de decisão. Esse conjunto de habilidades é o que torna o profissional completo e valioso para o mercado globalizado.

A união das competências de cada colaborador gera sinergia e faz com que a empresa funcione com excelência.

Valorize pessoas, o valor que elas, de fato, agregam à empresa vem de seu capital intelectual!

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1.6. GESTÃO EMPRESARIAL:

Descentralização é um sistema administrativo que enfatiza a divisão da autoridade e das atribuições do poder central entre os diversos setores que compõem a empresa.

Esse sistema vai auxiliar a empresa na melhor gestão dos processos que são desenvolvidos nos diversos departamentos que a compõem.

Por meio da descentralização cada departamento passa a ter maior autonomia para tomar decisões de acordo com sua real necessidade, ajudando na melhoria da empresa como um todo, podendo auxiliar na melhor gestão de custo e, consequentemente, refletindo no resultado da entidade.

Descentralizar não é um processo simples, mas o processo se torna menos conflituoso quando acompanhado por um profissional de contabilidade qualificado que saiba lidar com a diversidade da empresa.

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1.7. GERENCIAMENTO DE CUSTO E PREÇO DE VENDA:

Calcular o quanto um produto/serviço deve custar para o publico de interesse é uma etapa importante no gerenciamento de qualquer empresa, ė desta forma que o empresário poderá mensurar o quanto terá de lucro e se terá, sobre o que está comercializando.

Deve-se entender que o preço de venda de um produto/serviço é composto por custos fixos e variáveis. Os custos fixos são aqueles rotineiros da atividade da empresa, como pagamento de folha de salários, fornecedores, entre outros, já os custos variáveis, podem sofrer oscilação dependendo da produtividade, do período da economia, como por exemplo, os impostos.

Com a gestão correta desses valores, é possível identificar onde a empresa perde dinheiro e a possibilidade de novos investimentos, como resultado ela poderá se organizar para alcançar um aumento constante de lucratividade, ter um crescimento saudável, aumentar seu potencial competitivo no mercado, entre outros benefícios. O sucesso de uma empresa não vem apenas do quanto ela vende ou presta serviço, mas também de como ela está gerenciando o gasto em cada setor para manter sua empresa em operação. Vale ressaltar, que para uma boa análise de custo, é primordial que o responsável pela execução conheça muito bem o negócio da companhia, seus clientes, todo o ciclo operacional da empresa, para se chegar a um resultado preciso e confiável, que servirá como base para tomada de decisões da alta gestão.

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1.8. GESTÃO EMPRESARIAL EM FRENTE A CRISES:

A crise Econômica tem sido um assunto muito comentado e porque não dizer estudado no ambiente empresarial nesses últimos dias. Esse tema é comentado nos meios de comunicações e até mesmo nas conversas em família. A preocupação é geral. Para muitas empresas o sinal de alerta já foi acionado de imediato e os cortes com gastos foram inevitáveis.
A primeira atitude a ser tomada pela empresa é a análise dos dados internos e de mercado. Devem ser feitos relatórios e uma investigação profunda em todos os requisitos que envolvam sua empresa e sua área de atuação, e para a elaboração desses relatórios a empresa precisa da ajuda de um profissional da contabilidade.
Corte de despesas excessivas assim como gargalos de prejuízos precisam ser arrumados ou eliminados. A Demonstração dos Resultados (DRE) é um documento contábil útil nessa situação pois ela apresenta de maneira detalhada um relatório financeiro dos resultados líquidos de um período.
Outro caminho viável para se fazer gestão de crise dentro de uma empresa é a análise do Regime Tributário, ou seja, saber qual a melhor forma de tributação, se pelo Lucro Real, Lucro Presumido ou Simples.
Mesmo em meio à crise é preciso manter o foco nas atividades, adaptando os serviços a atual situação e assim encontrando novos clientes e se certificando que esses serviços serão uteis mesmo ao final da crise, também identificar os desafios que a empresa está enfrentando e criar novas alternativas utilizando soluções tecnológicas para garantir uma comunicação eficiente.

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1.9. GESTÃO FLUXO DE CAIXA:

Diante do cenário atual, onde diversos tipos de negócios tiveram que ser total ou parcialmente paralisados, fica evidente a importância da gestão do fluxo de caixa, a fim de que este fluxo possa dar respostas aos empresários quanto aos seguintes questionamentos:

Será que minhas reservas atuais, adicionado ao que tenho a receber, conseguirá pagar as obrigações que minha empresa já assumiu, sejam de custos fixos (aluguel, energia, condomínio, Contador, pró-labore, dentre outros) ou fornecedores, tributos? Se sim, por quanto tempo, sem que haja novos recebimentos?

Ao elaborar o fluxo de caixa, o empresário terá uma visão do presente e do futuro. É uma excelente ferramenta para avaliar a disponibilidade de caixa e a liquidez da empresa. A partir das informações geradas por essa ferramenta, o empresário pode tomar algumas decisões importantes, como:

A redução de despesas, a organização de promoções, vendas de voucher, a negociação para uma dilatação de prazo com fornecedor ou ainda o planejamento de solicitação de empréstimos.

Medidas que irão retardar ou diminuir a saída do caixa, bem como antecipar a entrada de recursos, avaliando sempre o menor custo possível, a fim de evitar ou minimizar possíveis dificuldades financeiras.

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1.10. CUSTO DE OPORTUNIDADE:

Você sabia que o custo de oportunidade pode ser benéfico para sua empresa?

Custo de oportunidade é a denominação utilizada para descrever uma escolha, esse custo acontece quando se tem duas ou mais opções e o indivíduo escolhe uma em detrimento das outras por entender que é a melhor decisão a ser tomada.
Ao analisar propostas ou senários nos quais a empresa deve tomar decisões que podem impactar significativamente a empresa, deve ser levado em consideração o custo benefício da decisão no curto e no longo prazo.
O gestor pode, muitas vezes, abrir mão de decisões que iriam beneficiar a entidade no curto prazo e decidir fazer um investimento que trará melhor retorno qualitativo e quantitativo no futuro.

Deve-se levar em consideração que a empresa segue o princípio da continuidade e que os gestores, ao tomar decisões representando os sócios (agentes principais da empresa), o fazem em concordância com tal princípio. Se utilizar do custo de oportunidade pode ser bom, vai depender de como o tomador de decisão analisa as adversidades do mercado e do propósito que a empresa tem quanto à captação de recursos. Entenda custo de oportunidade e pense decisões que auxiliem melhor o crescimento da empresa.
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1.11. PLANEJAMENTO EMPRESARIAL:

Você, empresário, já fez uma análise do ano que está chegando ao fim? Nesse momento, é preciso estruturar um planejamento empresarial, o ponto de partida para começar um ano de realizações e sucesso. Por trás de todo negócio de sucessos existe um planejamento bem estruturado.

Segue algumas dicas de como iniciar esse planejamento:

– Diagnóstico de 2019: Para mudar o cenário atual é preciso analisar o cenário anterior. O diagnóstico visa explicar suas métricas, os erros, os acertos, o lucro, o que gerou resultado e os obstáculos;

– Análise SWOT: É uma ferramenta utilizada para demonstrar e avaliar os pontos fortes e fracos, as oportunidades e ameaças da empresa;

– Marketing: Uma das estratégias mais amplas para o crescimento do seu negócio. Você precisará divulgar a imagem da organização, dos seus produtos, dos seus serviços e muito mais. As pessoas estão cada vez mais conectadas, o seu público alvo pode estar conectado também. Desenvolver estratégias de marketing digital na sua empresa é uma ótima forma de comunicação com o seu público.

Iniciar o novo ano que se aproxima com pé direito é o desejo de muitos empreendedores. Essas e outras dicas são fundamentais para um bom planejamento.

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1.12. GESTÃO FINANCEIRA x CONTABILIDADE:

A gestão financeira são ações administrativas relacionadas a análise, ao controle e ao planejamento de todas as atividades financeiras de uma empresa. .
É preciso que haja a alimentação completa e correta de todos os dados financeiros de compras, vendas, contas a pagar e a receber, indicando a movimentação das contas existentes na empresa, caixa e bancos e monitorando esses recursos numa linha de tempo a fim de traçar estratégias a partir do fluxo de caixa futuro da empresa.

Já a contabilidade é um instrumento indispensável dentro da Gestão Financeira. Por meio dela é possível conseguir informações necessárias para a avaliação de todo o desempenho de uma empresa. É o trabalho constante de examinar dados passados capazes de sustentar as projeções para o futuro. Com a contabilidade é possível obter informações, em um dado momento, dos bens, direitos, obrigações e os resultados gerados por uma entidade.

Ou seja, para que haja uma gestão financeira eficaz é necessário que se utilize da contabilidade e para que a contabilidade seja elaborada de forma eficaz e eficiente se faz necessário que exista uma gestão financeira na empresa. .

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1.13 VALOR DA INFORMAÇÃO:

Informação é um bem de valor intangível, você concorda?

✅ Mas valor intangível não significa não ter valor!

👉🏼A informação traz vantagens competitivas em qualquer cenário: financeiro, comercial, industrial, político e militar. Portanto, informação tem valor agregado.

👉🏼Informação é hoje considerada um ATIVO da empresa ou de pessoas.

✅ Podemos afirmar que toda informação possui um custo para ser gerada, maturada, manuseada, estocada. Este é seu valor direto, seu valor agregado. O valor da informação pode ser medido, inicialmente, pelo esforço investido em obtê-la e mantê-la. Porém, este valor pode ser multiplicado várias vezes se a informação é estratégica.

✨ Então toda informação possui valor financeiro agregado. Consegue ver isso mais claramente agora?

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